terça-feira, 13 de setembro de 2011

gaivotas

Para o  £ou¢o Ðe £Î§ßoa

XIII - Leve

Leve, leve, muito leve,
Um vento muito leve passa,
E vai-se, sempre muito leve.
E eu não sei o que penso
Nem procuro sabê-lo.
.
Autor : Alberto Caeiro

5 comentários:

Alex 7:26 da tarde  

Tão, tão, tão ... LINDA!

IMaria 11:02 da tarde  

tão linda, tão suave. Apetece estra nesse local. é a costa da caparica no seu melhor. jinhos

£ou¢o Ðe £Î§ßoa 11:07 da tarde  

Piedade, este post tocou-me, e logo num dia 13. Como se soubesses que estes dias do mês me dizem imenso.
Há instantes em que gestos tão simples me fazem sorrir.

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Há instante em que me decomponho
E vagueio indefinidamente
Entre rosas de lágrimas.
Há instantes em que me dispo
E oculto o rosto
E velejo pelas orlas do caos.
Há instantes em que copio sonhos
E teço mentiras ao tempo
E rendo-me exausto.
Há instantes em que me é impossivel
A cadência do corpo
Nem a pele quer a minha memória.

Há instantes em que morro, que fujo de mim...

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Não encontro razão para me teres feito recordar este texto que te deixo, mas aqui ficam. Foram escritas num mês de Setembro de um ano qualquer.

Kiss per tê
Até outro instante.

£ou¢o Ðe £Î§ßoa 11:22 da tarde  

Atrevi-me a mudar a música.

Será...?

Alex 5:27 da tarde  

Bonito poema ...

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