sexta-feira, 21 de outubro de 2011

6 comentários:

Irene Alves 8:22 da tarde  

Eu adoro gaivotas. Gostei muito
desta foto. Obrigada por se ter
registado no meu http//plullina.
blogspot.com
Tenho mais blogues. O primeiro:
http://intemporal-pippas.blogspot.com
o último: http://sinfoniaesol.
wordpress.com
Já me registei no seu.
Um beijinho
Irene

Cadinho RoCo 9:02 da tarde  

Imagem linda.
Cadinho RoCo

© Piedade Araújo Sol 2:02 da tarde  

ainda não consegui apanhar uma gaivota assim,elas são muito irrequietas..

bom domingo

beij

IMaria 9:26 da manhã  

Irrequieta gaivota
apanhada pelo instante
de uma máquina qualquer.
Podia ser minha,
ai como queria,
mas é um instante leve, suave
como todo um voo de uma ave
se abre aos céus.
Gostei do momento.

Nilson Barcelli 3:59 da tarde  




Os rebanhos de algodão,
ao entardecer,
descem às pastagens dos nossos sossegos
e apenas a suavidade das gaivotas
reflectida nos teus olhos
parece querer abarcá-los.

Enquanto as nossas bocas
se arrebanham,
há um mar à nossa volta em gritaria
com o desejo de caber
na cegueira serpenteante das mãos,
ávidas em percorrer algodoeiros dóceis.

Abrimos, ao mar, todas as portas do peito,
e passámos a guardar os rebanhos
e as gaivotas dentro de nós.


Nilson Barcelli



Bela foto.
Beijos.

DE-PROPOSITO 5:19 da tarde  

A 'elegância do voo'.
---
Felicidades
Manuel

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